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A REGIÃO

Pertencendo ao Distrito da Guarda, Figueira de Castelo Rodrigo tem uma área de 509,0 km2 e é composta por 17 freguesias com uma população de 6 938 habitante.

É limitado a Norte pelo concelho de Freixo de Espada à Cinta, do qual é separado pelo Rio Douro; a Sul pelos concelhos de Almeida e Pinhel, com o Rio Côa a servir de fronteira com este; a Nascente pela Espanha, tendo o Rio Águeda como fronteira líquida, em grande parte do seu percurso; e a Poente pelo concelho de Vila Nova de Foz Côa.

Vestígios históricos, de um passado glorioso, chamam a atenção do visitante ao percorrer as estradas que unem as freguesias figueirenses.

Destes vestígios destacamos:

O arco abatido do Coro da Igreja Matriz de Figueira.

O Alto da Marofa a 977 metros de altitude com o seu vasto panorama e património artístico e arquitectónico: capelas dos Mistérios do Rosário , imagem escultórica do Cristo-Rei.
Conjunto histórico de Castelo Rodrigo: muralhas madievais, ruínas do Palácio de Cristóvão de Moura, Pelourinho quinhentista, cisterna com arcos estilo árabe e manuelino, igreja medieval.
Igreja românico-gótica, casa do capítulo e vestígios do claustro do histórico convento cisterciense de Santa Maria de Aguiar.
A "Igreja-fortaleza" renascentista de Escalhão com seu precioso recheio.
 
Amendoeiras em flor (fim de Fevereiro) no região de Barca de Alva, panorama da Sapinha e vista da bacia do Douro.
A Cruz de Pedro Jacques de Magalhães em Mata de Lobos.
 
Templo romano da Torre de Aguiar em Almofala.
Tecto de raro estilo Mudéjar da Igreja de Escarigo.
Solar e capela do Morgado em Vilar Torpim.
Solar e Torre dos Metelos na Freixeda do Torrão.
Tábuas policromadas quinhentistas na igreja de Vale de Afonsinho.
 
   

A par do deslumbrante espectáculo das arrebatadas arribas dos rios Águeda e Côa, surge a vista do planalto grandioso e calmo, dos vales longos e apertados que correm para o Douro ou se distendem pela serra, cheios de beleza e emoção.

Com várias zonas de caça demarcadas, as freguesias preservam, desta maneira, a sua riqueza cinegética, para alegria dos caçadores. De salientar as montarias aos javalis e as batidas às raposas e lobos que têm lugar nos meses de Janeiro e Fevereiro.

Vista do Vale do Águeda

 

Desde os monumentos, à gastronomia e festas populares, encontra o visitante, a par de paisagens deslumbrantes, motivos de sobra para conhecer este progressivo concelho, rumando para o futuro com a determinação e coragem que nunca lhe faltaram nos momentos decisivos da sua tão longa história.
 
   
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